Toda cirurgia, mesmo as estéticas, deixa algum tipo de cicatriz, afinal, trata-se de um processo natural de reparo da pele. Mas, em alguns casos, o corpo reage de forma mais intensa durante a cicatrização, levando ao surgimento da cicatriz hipertrófica.
Esse tipo de cicatriz pode causar desconforto estético, coceira, rigidez e até dor local, o que gera preocupação em muitos pacientes após procedimentos cirúrgicos.
A boa notícia é que existem formas eficazes de prevenir e tratar a cicatriz hipertrófica, garantindo uma recuperação mais harmoniosa.
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Conversar no WhatsAppO que é uma cicatriz hipertrófica
A cicatriz hipertrófica é uma resposta exagerada do organismo ao processo de cicatrização.
Durante a recuperação da pele, o corpo produz colágeno em excesso, e, em vez de a cicatriz se manter discreta e nivelada, ela se torna elevada, espessa e mais avermelhada do que o normal.
Diferente de uma cicatriz comum, que tende a se tornar fina e esbranquiçada com o tempo, a hipertrófica permanece visível, mais rígida e pode causar coceira ou sensibilidade
Apesar disso, ela fica restrita à área original da lesão, o que a diferencia do queloide, como veremos a seguir.
Diferença entre cicatriz hipertrófica e queloide
Embora sejam frequentemente confundidas, a cicatriz hipertrófica e o queloide são condições distintas.
Ambas envolvem o crescimento excessivo de tecido cicatricial, mas com características e comportamentos diferentes.

Na prática, a cicatriz hipertrófica é mais fácil de controlar e tratar, especialmente quando há acompanhamento médico adequado logo nas primeiras semanas após a cirurgia.
Por que a cicatriz hipertrófica acontece
A formação de uma cicatriz hipertrófica está ligada a diversos fatores, alguns biológicos, outros externos.
Ela é resultado de uma reação exacerbada do corpo ao reparar o tecido lesionado, com produção excessiva de colágeno tipo III, que se acumula na região afetada.
Entre as causas e fatores de risco mais comuns estão:
- Predisposição genética;
- Tensão na área da cicatriz;
- Infecções locais durante o pós-operatório;
- Movimentação excessiva da área operada;
- Retirada precoce dos pontos cirúrgicos;
- Exposição solar durante a cicatrização;
- Traumas repetidos ou coçar o local da cicatriz.
Por isso, a prevenção e o acompanhamento pós-operatório são fundamentais, e fazem parte do protocolo de cuidado da Clínica Ser Cirurgia Plástica, que prioriza não apenas a estética do resultado, mas também uma recuperação funcional e saudável.
Fatores de risco para desenvolver cicatriz hipertrófica
Alguns pacientes têm maior predisposição a desenvolver esse tipo de cicatriz, mesmo com todos os cuidados médicos adequados.
Entre os principais fatores de risco estão:
- Idade entre 10 e 30 anos (fase de maior produção de colágeno);
- Pele mais escura, devido à maior atividade de fibroblastos;
- Histórico familiar de cicatrizes anormais;
- Cirurgias em áreas de alta tensão (como abdômen, peito e ombros);
- Infecções ou inflamações durante o processo de cicatrização;
- Falta de acompanhamento médico após o procedimento.
Identificar esses fatores antes da cirurgia permite planejar uma estratégia preventiva personalizada, reduzindo as chances de complicações.
Como prevenir cicatriz hipertrófica
A prevenção começa antes mesmo da cirurgia e continua durante todo o processo de cicatrização.
O acompanhamento precisa é próximo e individualizado, garantindo que cada paciente receba as orientações corretas para o seu tipo de pele e procedimento.
1. Planejamento cirúrgico cuidadoso
Um dos fatores que mais influencia o tipo de cicatriz é a técnica de incisão e sutura usada. Cirurgiões experientes, como a Dra. Cíntia Rios Camilo, utilizam métodos que reduzem a tensão da pele e favorecem uma cicatrização mais uniforme e discreta.
2. Cuidados pós-operatórios rigorosos
Seguir as recomendações médicas é essencial. Isso inclui:
- Evitar esforços e movimentos bruscos na região operada;
- Manter o curativo limpo e seco;
- Utilizar sutiãs cirúrgicos ou malhas de compressão, quando indicado;
- Evitar exposição solar direta;
- Não coçar ou massagear a cicatriz sem orientação.
3. Uso de pomadas e fitas de silicone
Cremes à base de silicone, vitamina E, corticoides ou ácido hialurônico ajudam a manter a hidratação da pele e reduzir a elevação da cicatriz.
As fitas e géis de silicone também são indicados, pois diminuem a tensão e controlam a produção de colágeno no local.
4. Acompanhamento médico constante
Durante o acompanhamento pós-operatório, o cirurgião avalia a evolução da cicatrização.
Caso surjam sinais de espessamento ou coloração intensa, é possível intervir precocemente com tratamentos específicos, evitando a formação de cicatriz hipertrófica.
Tratamentos para cicatriz hipertrófica

Se a cicatriz já se formou, existem diversas opções de tratamento eficazes. O ideal é personalizar a abordagem conforme o tipo de pele, o tempo de cicatrização e a extensão da cicatriz.
1. Tratamentos tópicos
O uso de pomadas e cremes cicatrizantes é uma das primeiras etapas. Entre os princípios ativos mais comuns estão:
- Silicone;
- Corticoides tópicos;
- Ácido hialurônico;
- Centella asiática;
- Alantoína.
Esses produtos ajudam a amaciar o tecido, melhorar a coloração e reduzir o espessamento.
2. Injeções de corticoide
Indicado para casos em que a cicatriz está muito espessa ou avermelhada.
As aplicações de corticoide diminuem a inflamação e reduzem o volume do tecido cicatricial, suavizando o aspecto da pele.
3. Laser e luz pulsada
Tratamentos a laser, como o laser de CO₂ fracionado ou a luz intensa pulsada (LIP), estimulam a regeneração celular e ajudam a nivelar a textura da pele, clareando a cicatriz gradualmente.
Essas tecnologias são seguras e muito utilizadas na Clínica Ser Cirurgia Plástica, sempre com protocolos personalizados.
4. Microagulhamento e radiofrequência
Essas técnicas induzem o colágeno a se reorganizar, tornando a cicatriz mais lisa e homogênea.
São indicadas principalmente quando há irregularidades no relevo da pele.
5. Cirurgia revisional
Em casos mais severos, é possível refazer a cicatriz, removendo o tecido fibroso e realizando uma nova sutura com técnicas mais delicadas.
Esse procedimento é feito por cirurgiões plásticos experientes e, quando bem executado, pode melhorar significativamente a aparência da região.
Cuidados diários com a cicatriz
Mesmo após a cicatrização inicial, a manutenção dos cuidados diários é essencial para evitar complicações e garantir resultados duradouros.
Confira algumas recomendações importantes:
- Hidrate a pele com frequência, usando cremes específicos recomendados pelo médico;
- Use filtro solar diariamente, inclusive sobre a cicatriz, para evitar manchas;
- Evite exposição solar intensa por, no mínimo, 6 meses;
- Não coce ou pressione a região;
- Evite roupas apertadas que possam atritar o local da cicatriz;
- Mantenha uma alimentação rica em proteínas, vitaminas C e E, que ajudam na regeneração tecidual.
Esses cuidados fazem parte da rotina de acompanhamento, onde cada paciente recebe orientações personalizadas para o tipo de pele e cirurgia realizada.
Sinais de alerta: quando procurar um especialista
Nem toda cicatriz com aparência alterada é motivo de preocupação, mas alguns sinais indicam a necessidade de avaliação médica imediata:
- Endurecimento progressivo da cicatriz;
- Dor constante ou pulsante;
- Vermelhidão e calor local persistentes;
- Liberação de secreção;
- Crescimento além da área original da incisão.
Esses sintomas podem indicar infecção, reação inflamatória ou início de formação de queloide.
O ideal é não tentar tratar em casa, o acompanhamento profissional é o único caminho seguro para corrigir o problema e evitar agravamentos.
O papel do cirurgião plástico na prevenção e no tratamento
O sucesso de qualquer cirurgia plástica não depende apenas da técnica, mas também da experiência do cirurgião e do acompanhamento pós-operatório.
Na Clínica Ser Cirurgia Plástica, a Dra. Cíntia Rios Camilo, especialista em cirurgia plástica e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), atua com um olhar funcional e estético, buscando resultados naturais e seguros.
Cada paciente é acompanhado de forma próxima desde a consulta inicial, passando pelo procedimento e pela recuperação, com foco total na prevenção de complicações como a cicatriz hipertrófica.
Além disso, a clínica utiliza tecnologias de ponta, como o Crisalix 3D, para simular resultados e planejar intervenções cirúrgicas com máxima precisão.
Conclusão: prevenir é o melhor tratamento
A cicatriz hipertrófica é uma resposta natural do corpo que pode ser evitada ou tratada com os cuidados certos e o acompanhamento médico adequado.
Mais do que uma questão estética, trata-se de uma questão de saúde e qualidade de vida.
Se você está se preparando para uma cirurgia ou quer tratar uma cicatriz existente, não adie sua avaliação. Cada caso é único, e o acompanhamento profissional faz toda a diferença.
Agende sua consulta na Clínica SER Cirurgia Plástica e descubra o melhor tratamento para sua pele, com quem entende profundamente de estética, cuidado e bem-estar.
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