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Cicatriz Hipertrófica de Cirurgias: Como Prevenir e Tratar

Cicatriz Hipertrófica de Cirurgias: Como Prevenir e Tratar

Toda cirurgia, mesmo as estéticas, deixa algum tipo de cicatriz, afinal, trata-se de um processo natural de reparo da pele. Mas, em alguns casos, o corpo reage de forma mais intensa durante a cicatrização, levando ao surgimento da cicatriz hipertrófica.

Esse tipo de cicatriz pode causar desconforto estético, coceira, rigidez e até dor local, o que gera preocupação em muitos pacientes após procedimentos cirúrgicos. 

A boa notícia é que existem formas eficazes de prevenir e tratar a cicatriz hipertrófica, garantindo uma recuperação mais harmoniosa.

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O que é uma cicatriz hipertrófica

A cicatriz hipertrófica é uma resposta exagerada do organismo ao processo de cicatrização.

Durante a recuperação da pele, o corpo produz colágeno em excesso, e, em vez de a cicatriz se manter discreta e nivelada, ela se torna elevada, espessa e mais avermelhada do que o normal.

Diferente de uma cicatriz comum, que tende a se tornar fina e esbranquiçada com o tempo, a hipertrófica permanece visível, mais rígida e pode causar coceira ou sensibilidade

Apesar disso, ela fica restrita à área original da lesão, o que a diferencia do queloide, como veremos a seguir.

Diferença entre cicatriz hipertrófica e queloide

Embora sejam frequentemente confundidas, a cicatriz hipertrófica e o queloide são condições distintas. 

Ambas envolvem o crescimento excessivo de tecido cicatricial, mas com características e comportamentos diferentes.

Cicatriz Hipertrófica de Cirurgias: Como Prevenir e Tratar

Na prática, a cicatriz hipertrófica é mais fácil de controlar e tratar, especialmente quando há acompanhamento médico adequado logo nas primeiras semanas após a cirurgia.

Por que a cicatriz hipertrófica acontece

A formação de uma cicatriz hipertrófica está ligada a diversos fatores, alguns biológicos, outros externos.

Ela é resultado de uma reação exacerbada do corpo ao reparar o tecido lesionado, com produção excessiva de colágeno tipo III, que se acumula na região afetada.

Entre as causas e fatores de risco mais comuns estão:

  • Predisposição genética;
  • Tensão na área da cicatriz;
  • Infecções locais durante o pós-operatório;
  • Movimentação excessiva da área operada;
  • Retirada precoce dos pontos cirúrgicos;
  • Exposição solar durante a cicatrização;
  • Traumas repetidos ou coçar o local da cicatriz.

Por isso, a prevenção e o acompanhamento pós-operatório são fundamentais, e fazem parte do protocolo de cuidado da Clínica Ser Cirurgia Plástica, que prioriza não apenas a estética do resultado, mas também uma recuperação funcional e saudável.

Fatores de risco para desenvolver cicatriz hipertrófica

Alguns pacientes têm maior predisposição a desenvolver esse tipo de cicatriz, mesmo com todos os cuidados médicos adequados.

Entre os principais fatores de risco estão:

  • Idade entre 10 e 30 anos (fase de maior produção de colágeno);
  • Pele mais escura, devido à maior atividade de fibroblastos;
  • Histórico familiar de cicatrizes anormais;
  • Cirurgias em áreas de alta tensão (como abdômen, peito e ombros);
  • Infecções ou inflamações durante o processo de cicatrização;
  • Falta de acompanhamento médico após o procedimento.

Identificar esses fatores antes da cirurgia permite planejar uma estratégia preventiva personalizada, reduzindo as chances de complicações.

Como prevenir cicatriz hipertrófica

A prevenção começa antes mesmo da cirurgia e continua durante todo o processo de cicatrização.

O acompanhamento precisa é próximo e individualizado, garantindo que cada paciente receba as orientações corretas para o seu tipo de pele e procedimento.

1. Planejamento cirúrgico cuidadoso

Um dos fatores que mais influencia o tipo de cicatriz é a técnica de incisão e sutura usada. Cirurgiões experientes, como a Dra. Cíntia Rios Camilo, utilizam métodos que reduzem a tensão da pele e favorecem uma cicatrização mais uniforme e discreta.

2. Cuidados pós-operatórios rigorosos

Seguir as recomendações médicas é essencial. Isso inclui:

  • Evitar esforços e movimentos bruscos na região operada;
  • Manter o curativo limpo e seco;
  • Utilizar sutiãs cirúrgicos ou malhas de compressão, quando indicado;
  • Evitar exposição solar direta;
  • Não coçar ou massagear a cicatriz sem orientação.

3. Uso de pomadas e fitas de silicone

Cremes à base de silicone, vitamina E, corticoides ou ácido hialurônico ajudam a manter a hidratação da pele e reduzir a elevação da cicatriz.

As fitas e géis de silicone também são indicados, pois diminuem a tensão e controlam a produção de colágeno no local.

4. Acompanhamento médico constante

Durante o acompanhamento pós-operatório, o cirurgião avalia a evolução da cicatrização.

Caso surjam sinais de espessamento ou coloração intensa, é possível intervir precocemente com tratamentos específicos, evitando a formação de cicatriz hipertrófica.

Tratamentos para cicatriz hipertrófica

Cicatriz Hipertrófica de Cirurgias: Como Prevenir e Tratar

Se a cicatriz já se formou, existem diversas opções de tratamento eficazes. O ideal é personalizar a abordagem conforme o tipo de pele, o tempo de cicatrização e a extensão da cicatriz.

1. Tratamentos tópicos

O uso de pomadas e cremes cicatrizantes é uma das primeiras etapas. Entre os princípios ativos mais comuns estão:

  • Silicone;
  • Corticoides tópicos;
  • Ácido hialurônico;
  • Centella asiática;
  • Alantoína.

Esses produtos ajudam a amaciar o tecido, melhorar a coloração e reduzir o espessamento.

2. Injeções de corticoide

Indicado para casos em que a cicatriz está muito espessa ou avermelhada.

As aplicações de corticoide diminuem a inflamação e reduzem o volume do tecido cicatricial, suavizando o aspecto da pele.

3. Laser e luz pulsada

Tratamentos a laser, como o laser de CO₂ fracionado ou a luz intensa pulsada (LIP), estimulam a regeneração celular e ajudam a nivelar a textura da pele, clareando a cicatriz gradualmente.

Essas tecnologias são seguras e muito utilizadas na Clínica Ser Cirurgia Plástica, sempre com protocolos personalizados.

4. Microagulhamento e radiofrequência

Essas técnicas induzem o colágeno a se reorganizar, tornando a cicatriz mais lisa e homogênea.

São indicadas principalmente quando há irregularidades no relevo da pele.

5. Cirurgia revisional

Em casos mais severos, é possível refazer a cicatriz, removendo o tecido fibroso e realizando uma nova sutura com técnicas mais delicadas.

Esse procedimento é feito por cirurgiões plásticos experientes e, quando bem executado, pode melhorar significativamente a aparência da região.

Cuidados diários com a cicatriz

Mesmo após a cicatrização inicial, a manutenção dos cuidados diários é essencial para evitar complicações e garantir resultados duradouros.

Confira algumas recomendações importantes:

  • Hidrate a pele com frequência, usando cremes específicos recomendados pelo médico;
  • Use filtro solar diariamente, inclusive sobre a cicatriz, para evitar manchas;
  • Evite exposição solar intensa por, no mínimo, 6 meses;
  • Não coce ou pressione a região;
  • Evite roupas apertadas que possam atritar o local da cicatriz;
  • Mantenha uma alimentação rica em proteínas, vitaminas C e E, que ajudam na regeneração tecidual.

Esses cuidados fazem parte da rotina de acompanhamento, onde cada paciente recebe orientações personalizadas para o tipo de pele e cirurgia realizada.

Sinais de alerta: quando procurar um especialista

Nem toda cicatriz com aparência alterada é motivo de preocupação, mas alguns sinais indicam a necessidade de avaliação médica imediata:

  • Endurecimento progressivo da cicatriz;
  • Dor constante ou pulsante;
  • Vermelhidão e calor local persistentes;
  • Liberação de secreção;
  • Crescimento além da área original da incisão.

Esses sintomas podem indicar infecção, reação inflamatória ou início de formação de queloide.

O ideal é não tentar tratar em casa, o acompanhamento profissional é o único caminho seguro para corrigir o problema e evitar agravamentos.

O papel do cirurgião plástico na prevenção e no tratamento

O sucesso de qualquer cirurgia plástica não depende apenas da técnica, mas também da experiência do cirurgião e do acompanhamento pós-operatório.

Na Clínica Ser Cirurgia Plástica, a Dra. Cíntia Rios Camilo, especialista em cirurgia plástica e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), atua com um olhar funcional e estético, buscando resultados naturais e seguros.

Cada paciente é acompanhado de forma próxima desde a consulta inicial, passando pelo procedimento e pela recuperação, com foco total na prevenção de complicações como a cicatriz hipertrófica.

Além disso, a clínica utiliza tecnologias de ponta, como o Crisalix 3D, para simular resultados e planejar intervenções cirúrgicas com máxima precisão.

Conclusão: prevenir é o melhor tratamento

A cicatriz hipertrófica é uma resposta natural do corpo que pode ser evitada ou tratada com os cuidados certos e o acompanhamento médico adequado.

Mais do que uma questão estética, trata-se de uma questão de saúde e qualidade de vida.

Se você está se preparando para uma cirurgia ou quer tratar uma cicatriz existente, não adie sua avaliação. Cada caso é único, e o acompanhamento profissional faz toda a diferença.

Agende sua consulta na Clínica SER Cirurgia Plástica e descubra o melhor tratamento para sua pele, com quem entende profundamente de estética, cuidado e bem-estar.

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