Gordura de lipedema: diferenças da obesidade e formas de tratamento

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Gordura de lipedema: diferenças da obesidade e formas de tratamento

Por Clinica Ser Cirurgia Plástica em 2026-01-21 16:23:00
Gordura de lipedema: diferenças da obesidade e formas de tratamento
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Entenda o que é a gordura de lipedema, como ela se diferencia da obesidade e quais fatores ajudam a melhorar sintomas, estética e função dos membros afetados.

A gordura de lipedema é uma condição ainda pouco compreendida por grande parte da população, mas que impacta diretamente a saúde, a mobilidade e a autoestima de milhares de mulheres. Diferente da gordura relacionada ao sobrepeso ou à obesidade comum, essa gordura possui características próprias, comportamento inflamatório e distribuição específica no corpo, principalmente em pernas, quadris e braços.

Muitas pacientes passam anos tentando emagrecer, mudar hábitos alimentares e intensificar exercícios físicos sem perceber melhora proporcional nas áreas afetadas. Isso acontece porque o lipedema não está diretamente ligado apenas ao consumo calórico, mas a fatores hormonais, genéticos e circulatórios que alteram o tecido adiposo.

Neste conteúdo, você vai entender o que diferencia a gordura de lipedema da gordura comum, como ela se comporta no corpo, quais fatores ajudam a melhorar o aspecto da pele e a função dos membros acometidos e quando a cirurgia pode ser indicada como parte do tratamento.

O que é lipedema e como a gordura se comporta nessa condição

O que é lipedema é uma das perguntas mais comuns entre pacientes que percebem aumento desproporcional das pernas ou quadris, mesmo com peso corporal controlado. O lipedema é uma doença crônica caracterizada pelo acúmulo anormal e progressivo de gordura subcutânea, geralmente de forma simétrica, poupando pés e mãos.

Essa gordura apresenta comportamento diferente da gordura comum. Ela tende a ser mais resistente à perda de peso, dolorosa ao toque e associada a sensação de peso, cansaço e inchaço. Além disso, o tecido adiposo do lipedema possui maior inflamação local e fragilidade capilar, o que explica a facilidade para hematomas.

Segundo dados publicados pela Cleveland Clinic, o lipedema afeta quase exclusivamente mulheres e costuma se manifestar ou se agravar em fases de alteração hormonal, como puberdade, gestação e menopausa.

Diferença entre gordura de lipedema e gordura de sobrepeso comum

Um dos principais erros no diagnóstico é confundir lipedema com obesidade. Embora as duas condições possam coexistir, elas não são a mesma coisa.

A gordura relacionada ao sobrepeso tende a se distribuir de forma mais homogênea pelo corpo e responde melhor a dieta e atividade física. Já a gordura de lipedema se concentra em regiões específicas, principalmente coxas, quadris e pernas, mantendo o tronco relativamente proporcional.

Outro ponto importante é a dor. Diferente da gordura comum, a gordura do lipedema pode causar desconforto, sensibilidade aumentada e sensação de peso constante, especialmente ao final do dia.

Estudos publicados no National Institutes of Health (NIH) indicam que o tecido adiposo no lipedema apresenta alterações estruturais e inflamatórias que não estão presentes na obesidade isolada.

Principais regiões afetadas pela gordura de lipedema

A distribuição da gordura no lipedema segue um padrão relativamente característico. As áreas mais acometidas incluem coxas, pernas, quadris e, em alguns casos, braços.

O lipedema no quadril é uma das queixas mais frequentes, pois provoca aumento desproporcional da região lateral do corpo, alterando o contorno corporal e dificultando o uso de roupas. Essa característica muitas vezes é interpretada apenas como um padrão estético, atrasando o diagnóstico correto.

Com a progressão da doença, a gordura pode se tornar mais fibrosada, comprometendo a mobilidade e aumentando o impacto funcional no dia a dia.

Como diagnosticar lipedema de forma correta

Gordura de lipedema: diferenças da obesidade e formas de tratamento

Saber como diagnosticar lipedema é essencial para evitar tratamentos inadequados e frustrações prolongadas. O diagnóstico é clínico e deve ser feito por um profissional capacitado, com experiência na identificação dos sinais específicos da doença.

Durante a avaliação, o médico analisa a distribuição da gordura, presença de dor, histórico familiar, resposta a dietas anteriores e sintomas associados, como inchaço e sensação de peso. Exames de imagem podem ser utilizados como complemento, mas não substituem a avaliação clínica detalhada.

O diagnóstico precoce faz diferença tanto no controle da progressão quanto na escolha das melhores estratégias de tratamento.

Fatores que influenciam a melhora do aspecto da gordura de lipedema

Embora o lipedema seja uma condição crônica, diversos fatores ajudam a melhorar o aspecto da pele, reduzir sintomas e preservar a função dos membros acometidos.

A hidratação adequada é um deles. Manter o corpo bem hidratado contribui para a saúde do tecido conjuntivo e pode auxiliar no controle do inchaço.

A prática de exercícios físicos de baixo impacto, como caminhada, hidroginástica e musculação orientada, melhora a circulação, fortalece a musculatura e ajuda no suporte funcional das pernas.

Além disso, o uso de terapias compressivas e drenagem linfática, quando indicadas, pode aliviar sintomas como dor e sensação de peso.

O papel da cirurgia no tratamento da gordura de lipedema

Em casos selecionados, a cirurgia pode ser uma aliada importante no controle do lipedema. A lipoaspiração específica para lipedema tem como objetivo remover a gordura doente, preservando estruturas linfáticas e melhorando tanto o aspecto estético quanto a funcionalidade dos membros.

É fundamental reforçar que a cirurgia não substitui hábitos saudáveis, mas atua como parte de um tratamento integrado. Quando realizada por profissional experiente, pode reduzir dor, melhorar mobilidade e facilitar a manutenção dos resultados ao longo do tempo.

Na Ser Cirurgia Plástica, a Dra. Cíntia Rios possui alto grau de especialização em cirurgias de lipedema, com abordagem individualizada e foco na segurança e no bem-estar da paciente.

Lipedema tem cura? O que esperar a longo prazo

Uma dúvida comum é se lipedema tem cura. Atualmente, o lipedema é considerado uma doença crônica, ou seja, não há cura definitiva. No entanto, isso não significa ausência de controle.

Com diagnóstico adequado, acompanhamento médico especializado e estratégias corretas, é possível controlar a progressão, aliviar sintomas e melhorar significativamente a qualidade de vida.

O tratamento bem conduzido permite que muitas pacientes retomem atividades, reduzam dores e se sintam mais confortáveis com o próprio corpo.

Importância da avaliação especializada no tratamento do lipedema

Gordura de lipedema: diferenças da obesidade e formas de tratamento

Cada paciente com lipedema apresenta características únicas. Por isso, a avaliação individualizada é indispensável para definir o melhor plano de tratamento, seja clínico, cirúrgico ou combinado.

Na Ser Cirurgia Plástica, o atendimento é focado em escuta ativa, análise detalhada do quadro e construção de uma estratégia segura e personalizada. A experiência da Dra. Cíntia em cirurgias de lipedema garante maior previsibilidade, respeito às estruturas do corpo e resultados mais consistentes.

Se você desconfia que pode ter lipedema ou deseja entender melhor suas opções de tratamento, agendar uma consulta especializada é o primeiro passo para cuidar da sua saúde com informação e segurança.

Saiba mais sobre a cirurgia de lipedema na Ser Cirurgia Plástica

Cirurgia Plástica Funcional, e segura, venha falar comigo.
Dra. Cintia Rios
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Dr. Carlos Camilo

Graduado em Medicina pela Faculdade de Medicina de Marília (FAMEMA-SP), com residência em Cirurgia Geral pelo Hospital Universitário de Taubaté e em Cirurgia Plástica pelo Hospital Brigadeiro – São Paulo.

Dr. Carlos Camilo é especialista em procedimentos faciais e referência nacional em Transplante Capilar pela técnica FUE, é também um dos poucos cirurgiões do país a dominar com excelência o Deep Plane Facelift, técnica avançada de rejuvenescimento facial profundo, que oferece naturalidade e resultados duradouros.

Além da atuação clínica, é pós-graduado em Medicina Legal e Perícias Médicas, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), da Brazilian Association of Plastic Surgeons (BAPS) e da International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS). Hoje, é CEO da Clínica Ser, em São Paulo, onde realiza cirurgias de face e transplantes capilares com abordagem personalizada e tecnologia de ponta.

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